A iniciativa é da Editora Mireveja e do Instituto Indisce (Instituto Nacional de Desenvolvimento e Integração Social, Cultural e Educacional) e foi contemplada pelo PEC (Programa Municipal de Estímulo à Cultura de Bauru-SP).

 

A periferia é o centro do mundo

 

O que se produz de mais revolucionário na cultura e na arte hoje vem da periferia, e não há exagero algum em dizer isso. Mais que espaço geográfico e ambiente de lutas sociais e identitárias, a periferia é construtora de significados, um grande nascedouro de artistas, pensadores/as, empreendedores/as, visionários/as.

Fruto dessa realidade, que se impõe a despeito de qualquer preconceito, Palavras de concreto armado reverbera vozes que já não se calam, que sabem de sua urgência e missão. O livro reúne 26 artistas, do texto e das artes visuais, que vivem em bairros periféricos da cidade de Bauru, a 330 quilômetros da capital paulista, mas que superam distâncias na medida em que dialogam com o mundo e suas grandes questões, suas maiores contradições. 

Palavras de concreto armado reúne filhos do hip-hop, do samba, da gíria, do graffitti, do pixo, dos terreiros, dos presídios, dos navios negreiros, da ancestralidade. São herdeiros do mesmo legado de Emicida, Carolina Maria de Jesus, Ferréz, Sérgio Vaz, Elza Soares e de uma lista infindável de gente que vem para mudar o mundo. São sinônimo de transformação social, de uma revolução sem precedentes, implacável, que toma ruas e praças, telas, livrarias, bibliotecas, o centro de tudo. 

A iniciativa é da Editora Mireveja e do Instituto Indisce (Instituto Nacional de Desenvolvimento e Integração Social, Cultural e Educacional) e foi contemplada pelo PEC (Programa Municipal de Estímulo à Cultura de Bauru-SP).A periferia é o centro do mundoO que se produz de mais revolucionário na cultura e na arte hoje vem da periferia, e não há exagero algum em dizer isso. Mais que espaço geográfico e ambiente de lutas sociais e identitárias, a periferia é construtora de significados, um grande nascedouro de artistas, pensadores/as, empreendedores/as, visionários/as.Fruto dessa realidade, que se impõe a despeito de qualquer preconceito, Palavras de concreto armado reverbera vozes que já não se calam, que sabem de sua urgência e missão. O livro reúne 26 artistas, do texto e das artes visuais, que vivem em bairros periféricos da cidade de Bauru, a 330 quilômetros da capital paulista, mas que superam distâncias na medida em que dialogam com o mundo e suas grandes questões, suas maiores contradições. Palavras de concreto armado reúne filhos do hip-hop, do samba, da gíria, do graffitti, do pixo, dos terreiros, dos presídios, dos navios negreiros, da ancestralidade. São herdeiros do mesmo legado de Emicida, Carolina Maria de Jesus, Ferréz, Sérgio Vaz, Elza Soares e de uma lista infindável de gente que vem para mudar o mundo. São sinônimo de transformação social, de uma revolução sem precedentes, implacável, que toma ruas e praças, telas, livrarias, bibliotecas, o centro de tudo.

PALAVRAS DE CONCRETO ARMADO - Ebook

R$ 10,00 Preço normal
R$ 0,00Preço promocional
  • 1a Edição

    ISBN 978-65-86638-28-8

    Projeto gráfico: Coletivo Boitatá

    Org. Carollina Guerra e Tiago Rosa

  • Agnes Analua 

    Amanda Helena Gimeno

    Anália Souza

    Ariane Souza

    Diogo Cardoso (D. Gordão)

    Dom Black

    Estrofe MC 

    Gabriel Lagrotta 

    Guilherme Afonso Ramiro da Silva 

    Igor Fernandes 

    Jessica Bayo 

    Kahena Bizzotto 

    Karol Lombardi 

    Lôly

    Paulo Boasorte 

    Poexistindo Marginal 

    Rafael Prado 

    Renato Bueno 

    Tetê Oliveira 

    Wander Florêncio 

     

    Daiana Terra – SubVersiva 

    Everaldo Luiz 

    Gael Gramaccio 

    Mari Monteiro 

    Sujera

    Talini A. Santos